O jumento o leão e dois profetas (1 Reis Cap. 13)
Quando a voz de Deus é relativizada

O JUMENTO O LEÃO E DOIS PROFETAS
Texto base: 1 Reis 13
Em 1 Reis 13, somos confrontados com uma história estranha, quase desconcertante: um profeta obediente, outro experiente, um jumento imóvel e um leão que não ataca. Nada ali é comum — porque a mensagem também não é. O texto nos ensina que dons, idade espiritual ou linguagem religiosa não garantem fidelidade, e que a obediência à palavra clara de Deus pesa mais do que qualquer “nova revelação”. É um alerta solene: quando a voz de Deus é relativizada, até o caminho certo pode terminar em tragédia.
RESUMO: Os “papéis” dos personagens desta história estranha…
1. Dois Profetas: Uma Ordem Clara e Uma Voz Confusa (1 Reis 13.1–10; 18–19).
2. O Leão: Juízo Que Disciplina, Mas Não Destrói a Verdade (1 Reis 13.23–26).
3. O Jumento: A Ordem de Deus Permanece Mesmo Após a Queda Humana (1 Reis 13.24–32).
O jumento o leão e dois profetas
1. Dois Profetas: Uma Ordem Clara e Uma Voz Confusa
1 Reis 13.1–10; 18–19
O homem de Deus recebeu uma palavra direta, específica e inequívoca do Senhor: anunciar o juízo, não comer, não beber e voltar por outro caminho. Já o profeta velho apresentou uma palavra contraditória, supostamente espiritual, mas que anulava a ordem original.
Ensinamento espiritual:
Quando Deus já falou claramente, qualquer nova “revelação” deve ser rejeitada se a contradiz.
Conexão com Cristo
Jesus respondeu às tentações com: “Está escrito” (Mt 4).
Ele nos ensina que a Palavra revelada tem autoridade final sobre qualquer outra voz.
Aplicação Prática
- Nunca negocie ordens claras de Deus por palavras mais confortáveis.
- Teste toda voz espiritual à luz da Palavra.
- Fidelidade vale mais do que aprovação religiosa.
O jumento o leão e dois profetas
2. O Leão: Juízo Que Disciplina, Mas Não Destrói a Verdade
1 Reis 13.23–26
O leão matou o profeta, mas não devorou o corpo nem atacou o jumento. O juízo foi preciso, controlado e simbólico. Deus não age em desordem.
Ensinamento espiritual: O juízo de Deus corrige a desobediência sem comprometer Sua santidade nem Sua palavra.
Conexão com Cristo
Cristo tomou sobre si o juízo que era nosso (Is 53).
No evangelho, o juízo não é negado — é redirecionado para a cruz.
Aplicação Prática
- Deus leva a obediência a sério.
- Graça não é permissão para desobediência.
- Tema a Deus sem perder a confiança em Sua justiça.
O jumento o leão e dois profetas
3. O Jumento: A Ordem de Deus Permanece Mesmo Após a Queda Humana
1 Reis 13.24–32
O jumento permaneceu de pé ao lado do corpo e do leão. Uma cena improvável, silenciosa e poderosa. A criação obedece onde o homem falha.
Ensinamento espiritual: Deus sustenta Sua ordem mesmo quando Seus mensageiros caem.
Conexão com Cristo
Jesus entra em Jerusalém montado num jumento (Zc 9.9).
A humildade da criação aponta para a obediência perfeita do Filho.
Aplicação Prática
- Nossa falha não anula a verdade de Deus.
- Humildade preserva aquilo que orgulho destrói.
- Obediência silenciosa vale mais do que dons impressionantes.
CONCLUSÃO
Os “papéis” dos personagens desta história estranha…
1. Dois Profetas: Uma Ordem Clara e Uma Voz Confusa (1 Reis 13.1–10; 18–19).
2. O Leão: Juízo Que Disciplina, Mas Não Destrói a Verdade (1 Reis 13.23–26).
3. O Jumento: A Ordem de Deus Permanece Mesmo Após a Queda Humana (1 Reis 13.24–32).
- Dois profetas — um fiel à palavra, outro infiel à verdade
- Um leão — juízo justo e controlado
- Um jumento — sinal de ordem, submissão e permanência
Dons impressionam. Obediência preserva.
Que aprendamos a ouvir a voz de Deus acima de todas as outras, mesmo quando elas soam espirituais.
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Título: O jumento o leão e dois profetas
Autor: Pr Ronaldo Franco
Data: 25/01/2026.
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