Religião e Política (II Samuel Cap. 15)

RELIGIÃO E POLÍTICA2 Samuel 15

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II Samuel 15 revela como a fé pode ser usada como ferramenta de poder e como a política pode se travestir de espiritualidade. Absalão, o ímpio, não rejeita a religião; ele a instrumentaliza. O capítulo nos ensina a discernir entre liderança segundo a vontade de Deus e liderança segundo a conveniência humana.

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RESUMO: Quando a fé vira palanque:1. A religião é usada para manipular (2 Sm 15.1–6).2. Votos religiosos encobrem a ambições pessoais (2 Sm 15.7–12).3. A verdadeira espiritualidade é negada (2 Sm 15.13–30).

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Religião e Política... Quando a fé vira palanque1. A religião é usada para manipular

(2 Sm 15.1–6)

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O filho de Davi, Absalão, constrói uma imagem de rei antes de sê-lo. Carros, escolta e discursos calculados formam um espetáculo político. Ele se coloca no portão, promete justiça e insinua que Davi falhou. Com isso, "furta o coração do povo".

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Religião, aqui, não é comunhão com Deus, mas linguagem elaborada para ganhar confiança e poder.

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Conexão com Cristo:Jesus rejeitou esse tipo de liderança. Ele não buscou aplausos nem manipulou expectativas messiânicas. Seu Reino não avança por propaganda, mas por verdade, serviço e cruz.

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"O meu reino não é deste mundo" - João 18.36

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Aplicação Prática:Cuidado com líderes que usam discurso piedoso para conquistar seguidores, mas evitam arrependimento, verdade e submissão a Deus. Nem todo discurso religioso nasce do temor do Senhor.

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Religião e Política... Quando a fé vira palanque2. Votos religiosos encobrem ambições pessoais

(2 Sm 15.7–12)

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Absalão pede permissão para ir a Hebrom cumprir um voto. O gesto parece espiritual, mas esconde uma conspiração. Ele usa o sagrado como cobertura para o pecado.

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A presença de influencer Aitofel mostra que inteligência e influência, quando desconectadas de Deus, fortalecem projetos destrutivos.

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Conexão com Cristo: Cristo nunca usou o nome do Pai para promover a si mesmo. Ele viveu em total transparência diante de Deus e dos homens. Sua obediência foi real, não encenada.

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“Eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:38)

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Aplicação Prática:Examine suas motivações. Nem todo ato religioso agrada a Deus. Cuidado com aqueles que por interesse político passam a frequentar nossas templos, aprendem a nossa linguagem e costumes, e até se batizam. Quando usamos Deus para justificar nossos projetos, transformamos fé em ferramenta de poder.

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Religião e Política... Quando a fé vira palanque3. A verdadeira espiritualidade é negada

(2 Sm 15.13–30)

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Davi foge humilhado, mas age com fé madura. Ele não usa a Arca da Aliança (símbolo da presença de Deus) como amuleto político. Entrega seu futuro nas mãos do Senhor e aceita Sua vontade. A verdadeira espiritualidade se submete à vontade de Deus.

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Enquanto Absalão entra em Jerusalém com aplausos, Davi sai com lágrimas (por ver sua família em ruínas) — mas confiante em Deus, pois...

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"As autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus" - Romanos 13:1,2

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Conexão com Cristo: Jesus também saiu da cidade rejeitado, humilhado e obediente. Ele não tomou o Reino à força, mas confiou no Pai até a cruz. A verdadeira autoridade nasce da submissão.

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"Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua". - Lc 22.42

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Aplicação Prática:A fé autêntica não "manipula" Deus para obter ou manter poder. Ela confia em Deus mesmo quando perde posição, prestígio e controle.

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CONCLUSÃO

Quando a fé vira palanque:1. A religião é usada para manipular (2 Sm 15.1–6).2. Votos religiosos encobrem a ambições pessoais (2 Sm 15.7–12).3. A verdadeira espiritualidade é negada (2 Sm 15.13–30).

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2 Samuel 15 mostra dois caminhos:

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  • Absalão, que mistura política e religião para tomar o poder.
  • Davi, que perde o poder, mas preserva a fé.
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Chamado final: Prefira perder o trono a perder a presença de Deus. Política passa, o Reino do Senhor permanece.

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Não apoie nem vote em candidatos que usam os púlpitos como palanque político, especialmente quando são "líderes religiosos".

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Se a sua igreja atual virou ou está virando "diretório político", peça a direção de Deus e procure outro local para congregar.

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Título: Religião e PolíticaAutor:  Pr Ronaldo FrancoData: 30/12/2025.

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