QUASE DEU CERTOTema central: Sem perseverança não se sustenta legado.II Reis 12
Uma mensagem pastoral sobre perseverança, brechas espirituais, fé inegociável e a importância de terminar a missão aprovado diante de Deus. NÃO DESISTA, NÃO SE PERCA NO CAMINHO.
O cenário espiritual de II Reis 12 nasce após o reinado intenso de Jeú, que foi levantado por Deus para executar juízo contra a casa de Acabe e destruir o culto a Baal. Começou com coragem profética, zelo espiritual e obediência à voz divina. Porém, não perseverou completamente — removeu Baal, mas manteve os bezerros de ouro. Ou seja: começou reformando… terminou tolerando.
É nesse ambiente de tolerância que surge JOÁS — um menino salvo de um massacre, escondido dentro do templo por anos, preservado milagrosamente para que a linhagem messiânica não fosse interrompida.
Sua história começa com livramento, reforma e promessa.Mas termina com conspiração, fraqueza e morte.Por isso o Espírito nos chama hoje a refletir:Sem perseverança não se sustenta legado.
RESUMO: Por que JOÁS quase deu certo1. Joás restaurou o templo… mas não perseverou na fé. (II Reis 12.18)2. Fechou as fendas físicas… mas deixou as espirituais. (II Reis 12.4-5)3. Começou bem, mas terminou mal. (2 Reis 12:20)
Joás realizou uma das maiores reformas estruturais de Judá. Restaurou a Casa do Senhor, mobilizou recursos e honrou o sagrado. Contudo, quando pressionado por ameaça política e militar, revelou uma fé vulnerável — negociou aquilo que havia consagrado.
O mesmo homem que restaurou o templo usou seus tesouros para comprar proteção humana.
“Então tomou Joás, rei de Judá, todas as coisas consagradas que Josafá, e Jeorão, e Acazias, seus pais, reis de Judá, tinham consagrado, como também as suas próprias coisas consagradas, e todo o ouro que se achou nos tesouros da Casa do Senhor e do palácio real, e enviou a Hazael, rei da Síria; e ele se retirou de Jerusalém.” (II Reis 12.18)
“Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.” (Salmo 20.7)
Quem investe na obra não pode negociar a fé na crise.
Jesus restaurou o templo e jamais negociou o que era santo: “A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de ladrões.” (Mateus 21.13)
Ele preferiu suportar a cruz a profanar o sagrado.
Joás discerniu que a Casa de Deus estava em ruínas. Ele entendeu que adorar em um lugar rachado era reflexo de um povo espiritualmente relaxado. Por isso mobilizou recursos, organizou líderes e estabeleceu um sistema para restaurar o templo. Mais do que estética, tratava-se de honra à presença divina. Restaurar o templo era também fechar as brechas por onde a negligência havia entrado.
“E disse Joás aos sacerdotes: Todo o dinheiro das coisas santas que se trouxer à Casa do Senhor… tomem-no para si os sacerdotes… e eles reparem as fendas da casa, segundo se achar nelas fenda.” (II Reis 12.4-5)
"Tão somente os altos não foram tirados; porque ainda o povo sacrificava e queimava incenso nos altos." (2 Reis 12:3)
Agiu certo ao fechar as brechas das paredes do templo, porém, errou feio ao deixar abertas as brechas espirituais.
Onde há brechas, a glória se esvai.Restaurar é também fechar acessos para a decadência espiritual.
Cristo não apenas frequentou o templo — Ele o purificou: “A minha casa será chamada casa de oração.” (Mateus 21.13)
“O zelo da tua casa me consumiu.” (Salmo 69.9)
Na cruz, Ele fechou a maior brecha da história — a separação entre Deus e os homens.
Feche as brechas:
Ministeriais.
Uma casa não cai de repente — começa pelas rachaduras.
Começou guiado… mas terminou reprovado. Joás começou sob mentoria espiritual de Joiada. Enquanto teve direção, permaneceu reto. Mas não perseverou, não desenvolveu convicção própria para sustentar o legado quando precisou caminhar sozinho.
“E fez Joás o que era reto aos olhos do Senhor todos os dias em que o sacerdote Joiada o dirigia.” (II Reis 12.2)
"E levantaram-se seus servos, e conspiraram contra ele ferindo-o na casa de Milo, no caminho que desce para Sila." (2 Reis 12:20)
Influência sustenta começos — convicção sustenta finais.
“Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia.” (I Coríntios 10.12)
Jesus começou, perseverou e terminou aprovado: “Está consumado.” (João 19.30)
Ele não foi fiel por influência — mas por essência.
Perseverança constrói legado.
RESUMO: Por que Joás quase deu certo?
1. Ele restaurou o templo… mas não perseverou na fé.2. Fechou as fendas físicas… mas deixou as espirituais.3. Começou bem, mas terminou mal.
Sua história ecoa como um alerta pastoral: Cuidado com o “Quase deu certo”.
Joás quase deixou um legado inabalável.Por pouco terminou como herói da fé.Mas terminou mal.
Mas Cristo DEU CERTO, COMPLETAMENTE CERTO.Ele restaurou, perseverou e consumou.E hoje nos chama a fechar brechas, sustentar a fé e terminar aprovados.
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