Negócio bom é bom para todos1 Reis 5 nos apresenta os bastidores da construção do Templo. Antes das pedras serem colocadas, vemos acordos sendo firmados, palavras sendo trocadas e interesses sendo alinhados. O texto revela um princípio espiritual profundo: quando Deus está no centro, negócio bom não explora, não engana e não oprime — beneficia todos os envolvidos. Salomão nos ensina que fé e ética caminham juntas.
RESUMO: Negócio bom...1. Nasce de relacionamentos saudáveis (I Rs 5.1-6).2. É justo e equilibrado (1 Rs 5.7–11).3. Promove paz e crescimento coletivo (1 Rs 5.12–18)
Salomão inicia o projeto do templo honrando um relacionamento antigo. Hirão, rei de Tiro, havia sido amigo de Davi, e Salomão preserva essa aliança com respeito e transparência. Não há imposição, mas diálogo. Não há exploração, mas confiança mútua.
Um negócio saudável começa antes da troca de recursos; começa na construção de pontes. Onde há respeito, há espaço para cooperação duradoura.
Conexão com Cristo:Jesus também constrói o Reino a partir de relacionamento. Ele não nos chama de servos, mas de amigos. A salvação não nasce de imposição, mas de convite gracioso. Em Cristo, Deus nos chama para uma aliança baseada em amor e verdade.
Aplicação Prática:Avalie seus relacionamentos profissionais e pessoais. Você constrói acordos sobre confiança ou apenas sobre vantagem? Um cristão não negocia apenas preços, mas valores.
O acordo entre Salomão e Hirão é claro: madeira de qualidade em troca de provisão constante de alimentos. Ninguém sai perdendo. Todos ganham. O texto destaca que Hirão se alegra, pois reconhece a sabedoria de Salomão. Justiça gera alegria.
Deus não se agrada de ganhos construídos sobre prejuízo alheio. O equilíbrio do acordo reflete o caráter do Deus que Salomão serve.
Conexão com Cristo:Na cruz, Cristo realizou o maior “acordo” da história — e nele ninguém foi enganado. Deus permaneceu justo, o pecado foi tratado, e o ser humano foi salvo. Em Jesus, graça e justiça se encontram sem prejuízo para nenhuma das partes.
Aplicação Prática:Pergunte-se: Se eu estivesse do outro lado deste negócio, eu me sentiria respeitado? Negócios que glorificam a Deus promovem justiça, clareza e benefício mútuo.
Se você é patrão, pergunte-se: "Estou remunerandos meus funcionários com justiça ou estou fazendo igual ao que o mundo faz, explorando ao máximo estas pessoas?".
O capítulo termina destacando que o Senhor deu paz a Salomão, e por isso a obra avançou. A organização do trabalho, a geração de empregos e o crescimento econômico mostram que um negócio saudável produz impacto além dos líderes envolvidos.
Quando Deus está no centro, o progresso não é individualista; ele alcança muitos.
Conexão com Cristo:Cristo é o Príncipe da Paz. Onde Ele governa, há ordem, propósito e edificação. Seu Reino cresce não pela opressão, mas pelo serviço. Nele, todos encontram lugar e dignidade.
Aplicação Prática:Reflita: seus negócios e decisões promovem paz ou conflito? Crescimento ou desgaste? O cristão é chamado a ser um agente de bênção também no ambiente profissional.
Negócio bom...1. Nasce de relacionamentos saudáveis (I Rs 5.1-6).2. É justo e equilibrado (1 Rs 5.7–11).3. Promove paz e crescimento coletivo (1 Rs 5.12–18)
1 Reis 5 nos ensina que negócio bom é aquele em que ninguém precisa perder para alguém ganhar. Quando Deus dirige nossos acordos, há relacionamento saudável, justiça equilibrada e crescimento coletivo. Negócio bom é bom para todos — e glorifica o nome do Senhor.
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Título: Negócio bomAutor: Pr Ronaldo FrancoData: 15/01/2026.
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